sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Job Rotation. Você utilizaria essa prática?

Job Rotation como novo processo de aprendizagem empresarial
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e treinamento pode capacitar ainda mais profissionais
Job Rotation é uma prática de treinamento de algumas empresas, que divide opiniões entre profissionais. Consiste em fazer um novo funcionário passar por diversas áreas da empresa por um determinado período de tempo, antes de ser alocado em sua área específica de atuação.
Dessa forma, um funcionário recém-chegado à empresa passa um tempo tralhando na área financeira, no marketing, vendas, produção, entre outros setores que houverem na empresa contratante. As vantagens desse processo tornam o profissional mais completo, porque o obrigam a sair de sua zona de conforto e o fazem desenvolver um alto grau de conhecimento sobre todas as atividades da corporação. Tornam o funcionário mais apto a lidar e resolver eventuais problemas de forma mais efetiva, uma vez que terá uma visão geral dos possíveis efeitos na empresa.
Madalena Feliciano, gestora de operações da Outliers Careers e especialista em transição de carreira, diz “Independente do cargo, os trabalhadores devem encarar qualquer desafio como se fossem os empresários responsáveis pelo setor, pensando como melhorar processos e economizar recursos dentro de sua área”
No entanto, o job rotation também tem suas desvantagens. Alguns diretores de RH e estudiosos afirmam que essa prática não torna o profissional mais capacitado. Pelo contrário, causam frustração pela falta de oportunidade de adaptação a um setor e por não proporcionar uma formação específica em uma determinada área.
Especialista em realocação de mercado, especialmente da terceira idade, Madalena expressa seu posicionamento “O fundamental para o profissional atual é ter uma atitude empreendedora, independente do seu emprego e cargo. Quem não arrisca, não petisca”, diz.
De uma maneira geral, todas as técnicas de treinamento, não apenas o job rotation variam de empresa para empresa. E se você vai ou não se adaptar, é muito pessoal. Em caso de não adaptação, converse com seus superiores para ver se há outra opção que melhor se adeque a você.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Cinco dicas de Madalena Feliciano de como sair do desemprego

Madalena Feliciano, explica o que fazer para ser produtivo durante esse tempo livre
Desemprego é a palavra da vez. O Brasil vive a sua pior crise econômica na história e há mais de 14,3 milhões de desempregados no país. Se você é um deles, essa matéria é pra você.
1 - Refletir suas escolhas profissionais.
Segundo a especialista, uma boa forma de transformar esse tempo chato do desemprego em algo útil para você a longo prazo, é repensar sua carreira, o motivo que te levou a estar desemprego e se perguntar se você realmente está no caminho certo. “Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, aconselha Madalena Feliciano, gestora projetos da empresa Outliers Careers. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoais e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais. Por exemplo, ‘Qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?’” É importante ter essas questões pré-definidas antes de procurar por um novo emprego. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, finaliza.
2 - O currículo é sua carta de apresentação.
“Essa é a hora para investir em educação. Use a internet como uma aliada e deixe seu currículo cada vez mais recheado. Existem milhares de cursos online, tutoriais, e-books, etc. Outra atividade que pode ajudar nesse período é visitar eventos, feiras e congressos voltados à carreira. Além de manter-se atualizado sobre o mercado, cada presença em um evento desses é mais uma oportunidade para conhecer pessoas com interesses semelhantes de forma menos formal – quem sabe seu novo chefe ou colega de trabalho não esteja ali também?”, comenta Madalena.
3 - “Se não está na internet, não existe”
Nos tempos atuais em que a Internet domina, estar conectado não é apenas para adolescentes e jovens adultos, e principalmente não pode ser encarado apenas como lazer. Virou ferramenta de trabalho.“Deixe seus perfis online sempre atualizados e atrativos, tenha um bom networking digital, saiba o que acontece no mundo. Converse com ex colegas de classe ou trabalho, amigos, professores, etc., e faça com que eles saibam que você está à procura de um emprego – de forma sutil. Uma indicação é sempre algo positivo na hora da conquista de um novo emprego”, sugere.
4 - Tire seu cartão de visitas do bolso!
“O freelancing é uma ótima maneira de continuar exercendo a profissão com retorno financeiro. Essa é uma fonte de renda que pode ajudar nos períodos de desemprego e, além disso, oferece novas oportunidades de conhecer pessoas da área – ou seja, novas oportunidades de emprego. Para isso, tenha sempre seu cartão de visitas consigo.”, afirma a gestora.
5 - Finalmente uma entrevista de emprego?!
Antes de se candidatar a vaga, pare, analise a empresa e veja se ela combina com o seu perfil profissional. “Você torna a empresa mais ‘palpável’ e passa a entender de forma concreta como o processo funciona ali dentro. As características culturais impostas pela instituição combinam com as suas? Você admira as qualidades da empresa, assim como seus serviços e produtos? Se a resposta para essas perguntas for ‘sim’, você já está no caminho certo”, comenta Madalena. Faça uma pesquisa ampla sobre o mercado de atuação da empresa, sua missão, visão e valores. E compare com os seus. “Vasculhe mesmo. Já que você possui a internet, use-a a seu favor.”, incentiva. E ainda dá um último conselho importante para a hora da entrevista. “Profissionais que mostram conhecimento anterior e interesse sobre a empresa ganham pontos positivos com os chefes.” lembra a gestora.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Mobilidade inteligente, educação e empregabilidade

O perfil dos estudantes vem se modificando de forma acentuada desde os anos 1990, impulsionado pela utilização da internet. Desde que surgiram os smartphones as pesquisas se tornaram muito mais rápidas, a um clique do aluno a partir de qualquer lugar.
Essa facilidade trouxe grandes benefícios ao estudante, que pode pesquisar assuntos diversos em curto prazo de tempo, coisa que não faria se precisasse se deslocar para acessar uma biblioteca física tradicional.
A tecnologia contribui com o crescimento intelectual e cultural dos alunos. Paralelamente, os trabalhos escolares passaram a ter mais qualidade técnica e também mais rigor na avaliação por parte dos professores, justamente por causa da facilidade de consulta e do maior acesso a novos acervos, pesquisas científicas e publicações técnicas, entre outros meios de informação.
Acompanhando esse processo de evolução surgiu ao aluno a possibilidade de cursos à distância, excelente para quem vive longe dos grandes centros urbanos e também para quem quer fazer cursos fora do Brasil sem sair de casa.
A evolução não parou por aí. Graças à disposição de professores em ajudar alunos a resolver exercícios, ensinar e reforçar conceitos, foram criadas aulas gravadas disponíveis a quem precisar. No canal Youtube surgiram cursos e, principalmente, aulas de curta duração em vídeo para todas as necessidades.
A neurociência já provou que cada pessoa tem um estilo de aprendizagem, isto é, algumas têm facilidade para aprender por meio de áudio, outras por imagens e vídeos, outras discutindo e outras pela prática.
Entender qual é o melhor método para si mesmo gera autoconhecimento e potencializa o autodesenvolvimento em curto prazo.
Do ponto de vista da construção de uma carreira, hoje sabemos que é preciso um pouco mais do que uma boa formação acadêmica para garantir a chamada empregabilidade, nome dado à capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho.
Nesse contexto a inteligência emocional do engenheiro é tão importante quanto sua habilidade técnica. Atuais indicadores do mercado de trabalho apontam que a maioria (aproximadamente 85%) das demissões se dá por problemas comportamentais e não técnicos.
A boa notícia é que por meio de alto impacto é possível preparar profissionais para a produtividade que o mercado exige e para os resultados que as empresas cobram.
Qual é o comportamento adequado diante de desafios? Qual deve ser a postura diante das mais variadas situações? O que deve ser feito para estar bem preparado para superar exigências e ser um profissional diferenciado? Qual é a importância de estar sempre aberto ao novo, à autorreflexão e à melhoria contínua de si mesmo?
Este momento de transição para a mobilidade inteligente em âmbito mundial, com novas tecnologias que afetam o ambiente das organizações, é uma convocação ao debate de ideias e compartilhamento de experiências, em especial na educação de engenharia.
Estamos de fato preparando engenheiros para o futuro? Essa questão definiu o foco das discussões do grupo de debatedores do painel de Educação de Engenharia do Congresso SAE BRASIL 2017, formado por estudantes, profissionais dedicados à pesquisa de aplicativos, à prática processos inovadores de aprendizado em universidades e em mídias sociais, e à gestão de carreira e treinamento para engenheiros.
Por: Madalena Feliciano e Leonardo Macarrão Jr.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Deficiência física não é empecilho para conseguir emprego

O maior desafio dos candidatos ainda são os requisitos exigidos por determinadas empresas e a falta de informação de seus direitos.  A lei é de 1991, mas o sistema de cotas em empresas ainda é muito pouco engajado e se mostra imaturo perante tantas oportunidades.

Empresas com mais de mil funcionários precisam ter 5% do quadro de funcionários preenchido por pessoas com deficiência. Mas, apenas 8% das companhias brasileiras cumprem essa meta. Em alguns casos, gestores imaginam que não há pessoas com deficiência o suficiente para cumprir as cotas previstas por lei. “Há uma crença de que essas pessoas não seriam qualificadas o suficiente para preencher os requisitos. No entanto, segundo pesquisas, uma em cada quatro pessoas têm ensino médio completo”, destaca Madalena Feliciano.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Como montar um plano B para superar a crise

Madalena Feliciano*
O cenário político e econômico atual faz com que instabilidade tome conta nas empresas. O resultado disso são as várias demissões que ocorrem, deixando um medo coletivo de perder o emprego. É preciso então reagir com ânimo e não deixar se abater pelo pessimismo.
A crise traz uma série de incertezas, sejam profissionais ou pessoais. Ter equilíbrio e inteligência emocional pode ser difícil, mas quem conseguir se manter motivado e concentrado nesse momento conturbado pode superar bem a crise. Além de passar a ter um perfil pró-ativo e criativo, afastar-se de pessoas que podem minar seu progresso também é importante.
É importante planejar bem as ações que serão tomadas, além de sempre procurar aperfeiçoar seu currículo. Um bom empreendedor precisa ter um planejamento, saber o que fazer e como fazer. Para ajudar na construção de uma carreira, existem diversos cursos e treinamentos hoje disponíveis no mercado. Ter um diferencial vale muito.
Uma ferramenta que pode ser muito útil nessas horas é a internet. Muitas pessoas reclamam que a participação em feiras, cursos, congressos e especializações exige um dinheiro que está não disponível no momento. Hoje existem cursos e palestras on-lines e gratuitas, então vale a pena buscar informações pela internet. Não pode se acomodar.
Plano A ou plano B?
É possível tomar algumas medidas e ter um plano B. O desemprego é um choque em qualquer momento. Então criar o próprio plano, elaborar seu currículo e aumentar o networking podem ser atitudes para construir plano B.
Porém, não se deve esquecer plano A. Afinal, como o próprio nome diz, o plano B é o segundo plano. Tem que traçar estratégias para o plano A se concretizar. O plano B é uma alternativa, mas tem gente que se envolve demais nele e deixa o plano A a mercê da sorte. Daí a possibilidade de ter êxito é muito menor.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

E se você exigisse mais dos seus candidatos?

A importância de deixar de se basear-se nas antigas perguntas prontas, exigindo mais dos candidatos

Entrevistas de emprego são, quase sempre, parecidas. O candidato chega, fica esperando em uma sala, nervoso geralmente, aguarda até ser chamado e o “interrogatório” começa. Claro, fazer perguntas para saber as qualidades e o que o candidato pensa de si mesmo é importante, mas será que isso é tudo?
As velhas perguntas referentes às falhas, qualidades e aspirações não são mais o suficiente para diferenciar as pessoas em processos seletivos, com o alto nível de competição que pode-se perceber atualmente. Muitos vídeos, matérias e tutoriais na Internet já possuem essas respostas prontas, para que o candidato possa ver o que é, comumente, perguntado em processos seletivos. Como, então, diferenciar as pessoas e identificar o melhor profissional para sua empresa? Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, é preciso que os entrevistadores criem maneiras diferentes de testar as habilidades e qualidades dos candidatos. “Colocar a capacidade de alguém à prova, forçando-o a revelar sua verdadeira identidade, é uma forma de descobrir quem aquela pessoa sentada à sua frente realmente é”, afirma.
Ela lembra de um caso muito comentado, de um processo seletivo inovador feito pela marca de cervejas Heineken. Ao longo do vídeo feito sobre essa ação, é possível perceber que todos os candidatos respondiam coisas parecidas, ao afirmar que combinavam bem com a vaga por gostarem muito de futebol (a empresa é patrocinadora de diversas competições do esporte) ou que seu estilo de gerenciamento era “apaixonado”, por exemplo.
Madalena afirma que a marca procurava uma pessoa entre 1734 candidatos para ser trainee para seu departamento de patrocínios e eventos, e isso é como procurar uma agulha num palheiro. “Dessa forma, eles fizeram três provas diferentes para ver como eles se saíram, tudo sem avisar os candidatos: andar de mãos dadas com o entrevistador, prestar primeiros socorros e ajudar os bombeiros a segurarem uma cama-elástica para que uma pessoa pulasse do prédio. Com isso, puderam identificar quem teria o perfil comportamental desejado para a posição”, explica.
Apesar de que nem todas as marcas e empresas possam fazer esse tipo de testes, por não serem tão grandes quanto a Heineken, a gestora afirma que é possível, sim, que, em empresas de qualquer tamanho, testes práticos sejam feitos para testar as habilidades e o perfil comportamental dos candidatos. “Muitas vezes, a pessoa já está acostumada às respostas que os entrevistadores querem ouvir, e acaba por responder de forma automática. Com esses processos seletivos diferenciados, é possível perceber quem é adequado, de verdade, para o cargo, elevando o nível do corpo de funcionários de uma empresa”, pontua.
A gestora finaliza, afirmando que é necessário sair do lugar comum, para entregar resultados cada vez melhores, e contratar pessoas que realmente são aptas para exercer determinada função, agregando valor e ajudando a empresa a crescer.

O que pode ou não em uma entrevista?


Quando o assunto é entrevista de emprego, pensar antes de falar ou fazer é extremamente necessário. Um pequeno deslize involuntário pode custar a vaga e, por isso, é importante saber quais atitudes e palavras evitar nessa primeira impressão. 

Existem algumas frases clichês, péssimas para o momento. Contudo,“fugir” delas, não é tão complicado assim. “Ser criativo conta muitos pontos. Porém, apenas se dizer criativo, não. Quando o termo é usado para se autodefinir, ela vira um adjetivo vazio”, explica Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers. Nesse caso, é melhor não falar nada, pois se você realmente for inovador, o seu portfólio deixará claro.

Quando questionado sobre trabalhos anteriores, é preciso ser transparente, conciso, e reportar apenas o necessário. “Fale por quanto tempo atuou em cada um deles, de quais projetos participou e quais competências desenvolveu por meio deles, sem ‘encher linguiça’”, diz.
 
Outra postura comum é se dizer em busca de novos desafios, todavia, o entrevistador sabe disso. “Por isso, se mostre interessado em como a função contribuirá para o seu crescimento, sempre demonstrando vontade de aprender coisas novas”, exalta Madalena. 

Diga como gosta de acompanhar os processos até o fim, sem deixar nada pela metade, e comente, por exemplo, ser você quem planeja, cobra e marca as reuniões dos projetos na faculdade. Além disso, jamais use gírias, palavras chulas e gerúndio demais. Preocupe-se com seu tom de voz.

Como fazer um bom currículo?


Quem está buscando por novas oportunidades, uma recolocação, ou até mesmo entrar no mercado de trabalho, precisa ter total atenção na hora de produzir o currículo. Mesmo ele sendo a porta de entrada do candidato na empresa, muitos ainda têm dúvidas quanto ao conteúdo válido. 

De acordo com gestora de carreira da Outliers Careers, Madalena Feliciano, ele deve ser objetivo, com as experiências do profissional e estar adaptado de acordo com o cargo aspirado. Além disso, precisa ter uma estrutura limpa, organizada e corrigida minuciosamente. “Esse  documento causa a primeira impressão no recrutador. Se bem elaborado, com capricho e cuidado, pode estimular quem está lendo a prestar mais atenção nos dados”, ressalta.
Primeiramente, reflita sobre todas as informações e ideias, ou seja, tudo considerado importante, antes de começar a criá-lo. “Comece com o mais relevante: nome, endereço, e-mail, telefone e idade”, aconselha a gestora. Destaque a posição almejada ou a área de atuação. “Evite colocar suas qualidades e pontos de melhoria. Caso queira, o entrevistador questionará pessoalmente”, explica Madalena.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Quatro características que destacam um bom líder

Liderar pessoas é um comportamento complexo, que vai além de técnicas, conhecimentos e experiências. Ser um bom líder no mercado de trabalho hoje em dia é uma função que exige muito do profissional, faz com que ele precise saber lidar com pessoas e situações diferentes e adversas da melhor forma possível sem perder a compostura, paciência e o foco nos objetivos traçados – e, para aprender a fazer isso da melhor forma, o coaching é um dos melhores recursos possíveis.
“As empresas mudam muito de acordo com os seus líderes e a forma com que cada um deles trabalha. Um líder que trabalha com as estratégias de coaching que lhe foram ensinadas é aquele que ousa ser e fazer diferente, que se importa verdadeiramente com os seus liderados e que entende a importância de buscar no seu interior o melhor de si mesmo para extrair dos outros o melhor de cada um”, explica Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers.
Madalena destaca quatro características fundamentais que possibilitam liderar pessoas de forma surpreendente e alcançar resultados extraordinários. “O primeiro ponto é construir ambientes seguros: a segurança é uma das necessidades básicas de qualquer ser humano”, comenta.
O bom líder sabe que para obter a adesão verdadeira da sua equipe e alcançar os resultados desejados ele precisa do comprometimento, motivação engajamento de cada colaborador da empresa, e que isso só acontecerá quando as pessoas estiverem abertas e receptivas se sentirem seguras para poder agir. “Para isso acontecer, o ideal é colocar em prática os princípios fundamentais para todo ser humano – como respeito, bom senso, e educação -, gerar confiança entre todos os membros da equipe e conseguir o comprometimento e engajamento de todos” diz.

Outra característica importante de um bom líder é construir uma boa comunicação, que dê força e crie uma diferença na equipe. “As palavras são poderosas, por isso, a forma de comunicação de um líder é essencial” observa a especialista. Para liderar as pessoas, o Líder deve desenvolver a habilidade de se comunicar com maestria, para isso, o ideal é aprender a ouvir a essência do que dizem os colaboradores, trabalhar a escuta ativa, compreender o modelo de mundo do seu liderado, visando adequar a linguagem e o meio de comunicação, e construir uma forma de comunicação clara, positiva e assertiva.
Outro ponto citado por Madalena como sendo de muita importância é o de respeitar códigos de honra. “Um líder que trabalha com as técnicas do coaching, possui forte compromisso ético que se reflete em cada palavra e em cada ação sua. Ele adota uma forma e uma filosofia de vida baseadas em códigos de honra, que faz dele alguém especial” diz. Isso significa que esse profissional consegue chegar aonde outros não chegaram, ver além do que os outros enxergam, esforçar-se além dos seus limites e superar os seus medos e fraquezas.
Agir no presente com foco no futuro é outro ponto levantado pela especialista. “A verdadeira arte da liderança está em saber viver no presente com foco no futuro”, exalta. Para isso, o ideal é manter a visão estratégica que o levará ao sucesso, ter prazer na sua profissão e na sua forma de trabalhar, acostumar-se a inspirar e influenciar toda sua equipe a partir do seu próprio comportamento, exemplo e atitude e lembrar-se do passado com orgulho – mas, principalmente, viver o presente com alegria, paixão e excelência, sempre mantendo o olhar no futuro com a certeza de bons resultados e boa performance.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Conheça ferramentas que auxiliam os profissionais no mercado de trabalho

O Assessment, Outplacement e o Coaching são ferramentas que auxiliam o profissional a encontrar soluções para a carreira

Não é de hoje que o profissional conquistou seus direitos e deveres no ambiente corporativo. Mais do que isso, hoje surgem especialistas que têm como objetivo auxiliar tanto o profissional quanto a empresa no processo de contratação, manutenção e desligamento do colaborador, fazendo com que todos esses processos burocráticos sejam realizados da melhor forma possível para ambos os lados.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, hoje em dia os mais procurados pelas empresas e pelos próprios colaboradores são o Assessment, o Outplacement e o Coaching. Estes processos consistem, resumidamente, na avaliação do profissional, identificando pontos fortes e pontos a serem melhorados, na recolocação no mercado e no aumento da performance. “É possível sim o profissional se auto-avaliar e voltar ao mercado de trabalho sem a ajuda de ninguém, – mas é claro que este processo se torna muito mais rápido e eficiente quando ele pode contar com o auxílio de uma empresa especializada, ou seja, profissionais que podem orientá-lo com relação a postura na entrevista,  revisão do currículo, pontos à serem melhorados e ainda ampliar sua rede de contatos, desta forma gerando uma maior possibilidade de recolocação, comenta a especialista.
Madalena lembra também que o Assessment é um método muito indicado para as empresas que desejam obter os melhores resultados dos seus colaboradores. “Essa ferramenta auxilia no desenvolvimento de habilidades de alto desempenho, descobrindo o que há de melhor em cada profissional e elevando ainda mais a capacidade existente nele”, explica.
Por meio de avaliações de competência, o Assessment auxilia as empresas na hora de estabelecer metas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medirem o clima organizacional e criar planos de carreira. Com esse apoio, o profissional percebe seus pontos fortes e as áreas a serem trabalhadas para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional. “Esse é um serviço que atualmente muitas empresas contratam a fim de conhecer melhor os seus funcionários e retirar o máximo deles, ao mesmo tempo em que oferecem para eles um ambiente seguro e agradável de trabalho – já que também auxiliam na hora de medir e melhorar o clima empresarial” comenta Madalena.
Já o outro processo, chamado de Outplacement, pode ser resumido no artifício de aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional desligado da empresa, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira.
O Coaching é hoje em dia a metodologia mais assertiva em busca de resultados, autoconhecimento, plano de ação, mudanças de hábitos e comportamento e ainda na transformação de crenças limitadoras, desta forma ampliando o resultado em diversas áreas da vida do profissional.
Madalena conclui que é fato que o profissional pode ser desligado de uma empresa e conquistar outra vaga sozinho, sem o auxílio de ninguém. Mas estes processos são de grande valor para poder passar por esta fase de forma mais tranquila e direcionada. Além disso, auxiliamos o profissional na montagem correta do seu currículo, tornando-o comercial e atrativo, no seu perfil no Linkedin (que funciona como um currículo online, disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana – e pode ser acessado por todos), e na manutenção de um bom networking, seja pessoalmente ou pela internet, por meio de redes sociais e profissionais e ainda trabalhamos fortemente a motivação e auto-estima, desta forma obtendo excelente resultados nos processos seletivos, ressalta a profissional.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Conheça melhor o LinkedIn e use-o a seu favor

Rede social de contatos profissionais, o Linkedin pode ser um diferencial na hora de conquistar um emprego e auxiliar na manutenção do networking.
Considerada a maior rede social profissional do mundo, o Linkedin tem como principais funções auxiliar no contato profissional, negócios em geral, buscar oportunidades de empregos, aumentar e manter o networking sempre atualizado, etc. Porém, apesar de todas essas funcionalidades, muitas pessoas ainda não fazem uso – e várias nem conhecem – essa rede, e, dessa forma, não sabem das oportunidades que estão perdendo.
Apesar de não ser popular quanto o Facebook, por exemplo, dados mostram que mais de 300 milhões de profissionais no mundo têm um perfil no LinkedIn, sendo 16 milhões só no Brasil. Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira da Outliers Careers, só agora muitas pessoas estão percebendo o quão útil pode ser essa ferramenta para alavancar a carreira. “O Facebook, por exemplo, pode sim ser um auxílio na vida profissional das pessoas, mas ele nem se compara ao LinkedIn. O segundo apresenta um caráter mais formal, oferecendo mais oportunidades para a conexão com antigos colegas de trabalho, com pessoas influentes na sua carreira, com a divulgação da empresa para clientes em potencial, etc. São muitas as possibilidades” resume a especialista.
Porém, um erro comum acontece quando as pessoas fazem um perfil na rede apenas quando estão desempregadas e “desesperadas” por um novo emprego. “Procurar o Linkedin apenas nessas horas é um erro. O processo na rede é contínuo, e os seus resultados costumam a aparecer em médio/longo prazo – e especialmente para pessoas que mantêm os seus perfis atualizados, participam ativamente de grupos e entram em contato com suas conexões com uma frequencia média de três meses”, explica Madalena.
O profissional comenta que, sabendo essa importância de estar sempre online, esse é um dos serviços oferecidos pela Outliers: a atualização de currículo juntamente com a atualização do perfil do Linkedin, fazendo com que a pessoa possa ter maior “sucesso” na rede, estando mais sujeita a conquistar um bom emprego e a desenvolver conexões com mais pessoas .
Madalena lembra que para o resultado ser alcançado, é preciso ter paciência e deixar o perfil completo, com todos os cursos que foram feitos, atividades e resultados alcançados em cada experiência profissional, trabalhos voluntários, projetos realizados, etc. “Como isso pode ser complicado para algumas pessoas, auxiliamos nesse processo, analisando tudo o que tem no currículo e selecionando atividades importantes a serem colocadas no perfil. Além disso, a rede permite receber e conceder recomendações – e é muito importante tê-las, já que com isso os recrutadores conhecem melhor o seu estilo de trabalho e sua personalidade antes mesmo do processo seletivo”, ressalta ela.
Outro ponto importante é investir em um resumo que chame a atenção de um possível recrutador, fazendo com que ele sinta-se curioso a olhar o restante do perfil. “Venda o seu peixe da melhor forma que conseguir. Escolha uma boa foto profissional para ilustrar sua página pessoal – já que dados mostram que perfis que possuem fotos são vistos sete vezes mais do que aqueles que não possuem imagem, e saiba como se ‘vender’: valorize seu trabalho e seu currículo e esteja visível para o mercado – afinal, quem é visto é lembrado”, exalta Madalena, que lembra: “se você não está com seu currículo disponívele atualizado na internet, está perdendo tempo e oportunidades”.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Dicas para retornar ao mercado após os 50 anos

Conquistar uma vaga de emprego nunca é fácil.
Se os jovens reclamam da atual situação dos negócios, o que dizem os profissionais acima dos 50 anos que desejam retornar ao mercado?
Para eles a situação pode ser ainda mais complicada, mas independente disso,os profissionais mais experientes estão cada vez mais decididos a retornarem ao mercado de trabalho e manterem-se ativos em suas vidas pessoais e profissionais, sendo responsáveis pelo seu equilíbrio financeiro.
“Hoje uma pessoa de 50 anos pode ser considerada jovem. A expectativa de vida está cada vez maior e as pessoas estão mais ativas e ligadas no mundo, pois perceberam que mesmo após os 50 ainda têm muito tempo de vida para aproveitar e alcançar seus sonhos”, explica Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching
Mas para retornar ao mercado podem ser preciso que sejam tomadas algumas atitudes – e são sobre essas atitudes que a especialista comenta.
“Para voltar ao mercado é preciso estar atualizado – e isso significa estar online. Utilize a internet a seu favor para aprender novas técnicas e estar sempre por dentro do que acontece na sua área. Além disso, ter perfis atualizados em redes como o Facebook, Linkedin, Twitter, etc., podem ajudar a retomar o contato com pessoas já conhecidas e aumentar ainda mais o seu networking, o que é sempre importante” sugere Madalena.
Também é importante estar com o currículo revisado e arrumado – consulte um expert para lhe ajudar se for necessário, – e estar disposto a participar de entrevistas para empregos temporários ou até mesmo aqueles que não lhe interessem muito.
“Essas entrevistas servem para você praticar suas habilidades de entrevistado e melhorar pontos que lhe incomodem”, comenta a especialista.
Use a idade a seu favor: mostre que você tem muita experiência, e, ainda assim não se acomodou. “Considere as vantagens que você ganhou com a idade, como maturidade, responsabilidade, experiência, equilíbrio, uma perspectiva mais realista, etc., e mostre isso para seus futuros empregadores”, ressalta Madalena.
A especialista lembra que o profissional jamais deve mentir sobre sua idade – e que também deve cuidar da sua aparência.
“Querendo ou não, nosso visual é o nosso cartão de visita – e, como já diz o ditado, não existe segunda chance para causar a primeira impressão. Boa aparência não se trata de beleza, e sim de saber se portar, com roupas certas para cada ocasião, cabelo arrumado, barba bem feita, etc”, lembra Madalena.
Tenha sempre em mente que idade é um estado de espírito, e que mesmo com cabelos brancos, seu talento e sua atitude positiva podem contar muito mais do que sua data de nascimento.
“Esteja sempre disposto a aprender e mostre que o empregador terá muitas vantagens ao lhe contratar – vantagens que vão além da experiência”, conclui a especialista.
Madalena Feliciano: É Diretora de Projetos da Outliers Careers e Presidente do Instituto Profissional de Coaching.
Há 18 anos ela assessora profissionais em transição de carreira, utilizando das mais modernas técnicas e ferramentas de Liderança e Coaching.
Em seu vasto currículo, constam a formação em administração com ênfase em recursos humanos, especialização em gestão de pessoas além de certificados variados pela Academia Brasileira de Coching, pela Sociedade Brasileira de Coaching, pela Universidade Quantum, pelo Instituto Brasileiro de Excelência Pessoal e Profissional, Center for Advanced Coaching, entre outros.
Além dos títulos de estudos, Madalena é mãe de cinco filhos e soube muito bem como lidar com a dificuldade de ser mãe e manter a atenção na carreira, tornando-se o que podemos chamar de “Mulher de Sucesso”.
Madalena está a disposição dos veículos pra tratar de assuntos variados que tenham a ver com carreira, coaching (pessoal, de casal, profissional, etc), mercado de trabalho, a mulher no mercado de trabalho, etc.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Como se sair bem em uma entrevista de estágio?

Está em busca de um estágio? Os primeiros meses do ano são a melhor época para quem quer ingressar no mercado. Para isso, é preciso enfrentar um processo muito temido por vários estudantes: a entrevista. O Nube separou algumas dicas para lidar com esse momento e alcançar a tão sonhada vaga!
A maioria dos jovens ficam apreensivos. É natural, pois estamos enfrentando uma situação decisiva de nossa carreira, sem contar o fato de estarmos em um ambiente com pessoas desconhecidas nos analisando. Alguns preferem ensaiar possíveis respostas. Essa fórmula pode funcionar para uns, mas para outros, nem tanto.
A nova estagiária da Rede TV, de Osasco, Olívia Moderno passou por isso. Em seu primeiro processo seletivo, ela se sentiu nervosa e percebeu como a atrapalhou. Para seu cargo atual, ela procurou ser a mais natural possível e mostrar seu potencial sem exageros. “Contei quem era e como queria trabalhar, falei sobre os meus defeitos e como os uso ao meu favor”. Assim, ela considera esses os motivos para ter sido contratada.
A gestora de carreira, Madalena Feliciano, da Outliers Careers, orienta: “o mais importante é falar sempre a verdade, isso transmite maior segurança e credibilidade para o entrevistador, pois são características extremamente importantes na hora de admitir um novo colaborador”, explica.
A diretora chama atenção para outro aspecto bastante avaliado. Muitas vezes, o candidato está preocupado em convencer o recrutador de ser a pessoa ideal para aquele cargo. Esse exagero pode atrapalhar. Para Madalena, tem de haver equilíbrio: “o profissional pode mostrar-se interessado, pró-ativo e com atitude, porém, não deve falar demais. Ser claro e objetivo é o recomendado”. 
Outra dica é pesquisar sobre a empresa antes de realizar a entrevista, conhecer a cultura do local, para saber qual a roupa, postura e linguagem adequada. Independentemente de qual organização você se candidatou, existem atitudes comprometedoras e elas podem te eliminar logo de cara.
Algumas corporações exigem uma vestimenta mais formal, outras não. O melhor a se fazer é deixar de lado algumas peças. “Para mulheres, aquelas muito curtas, justas e com decote são uma má opção, assim como para os homens, o ideal é estar com a barba bem feita e, para ambos os sexos, nem pensar em usar roupas sujas ou mal passadas”, diz a diretora.
Outro ponto extremamente relevante é o horário. Se você não é pontual,  a chance de ser contratado diminui. “O atraso sempre desqualifica. Para evitar problemas, programe-se e, se for preciso, chegue com antecedência”, ressalta Madalena.

Como lidar com o desemprego?


O cenário econômico atual alavancou um alto índice de desemprego. Muitos estão em busca de uma vaga no mercado de trabalho e não sabem para onde ir. Por isso, é necessário manter a calma e tomar alguns conhecimentos para não ser mais impactado. Quer saber mais? Leia esta matéria! 

Os desafios de quem está sem emprego são vários. Para a maioria dos jovens, a busca por uma oportunidade está mais difícil e a concorrência é maior, de acordo com pesquisa do Nube. O levantamento ouviu 17.809 estudantes, dos quais 80,05% apontaram esse como o maior problema ao procurar seu espaço no mundo corporativo. 

Pensando nisso, a gestora Madalena Feliciano, da Outliers Careers, empresa paulista de recolocação, separou algumas dicas para lidar com isso e conquistar uma nova posição. Acompanhe: 

1. Procure ajuda.
“É comum desenvolver pânicos, traumas e até mesmo doenças como gastrite nervosa e depressão com essa situação. Nesses casos, é essencial mentalizar energias e pensamentos bons ou, em casos mais sérios, procurar um psicólogo para realizar o tratamento adequado”.
 
2. Movimente-se.
“O ideal é procurar se manter ocupado. Pesquise oportunidades disponíveis, visite headhunters, feiras, eventos e congressos. Você pode fazer atividades as quais não estejam na rotina, para não ficar em ócio durante o período”
3. Seja flexível. “É necessário estar apto a trabalhar em outras áreas, mas não deixe de buscar uma oportunidade em seu campo de atuação ideal”.
 
4. Organize o seu tempo.
“Assim como ficar de braços cruzados pode não ser útil, viver em função de encontrar um novo cargo pode trazer sérios riscos à saúde”. 

5. Saiba poupar.
“É preciso aprender a equilibrar os gastos para não acumular contas e nem sofrer com o pagamento de juros, no caso de atrasos. Priorize as necessidades básicas, como alimentação, por exemplo”. “Pode parecer difícil, mas é preciso saber dar a volta na situação”, finaliza a especialista.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Perguntas incomuns não devem atrapalhar a entrevista

Madalena Feliciano*
Para boa parte dos candidatos de processos seletivos, a entrevista de emprego é motivo de desconforto e nervosismo, mesmo se as perguntas forem as de praxe: quais seus pontos fracos e fortes, onde se enxerga daqui 10 anos, etc. Mas, e se os questionamentos feitos pelo entrevistadores forem totalmente sem nexo, ou, no mínimo, inusitados?
O site Glassdor, uma comunidade online especializada, analisou cerca de 150 mil perguntas feitas em entrevistas de emprego, compartilhadas pelos usuários da rede. Ao todo, eles determinaram as 25 questões mais esquisitas feitas em processos seletivos. A Google lidera o ranking da companhias que costumam perguntas coisas atípicas, além da Hewllet-Packard (HP) e a Amazon, que também integram a listagem.
Confira, abaixo, alguma destas perguntas:
1. “Quão sortudo você é e por quê?” – Airbnb, em entrevista para vaga de administrador de conteúdo.
2. “Se você estivesse em uma ilha e pudesse levar três objetos, quais seriam?” – Yahoo!, em entrevista para vaga de analista de qualidade em busca.
3. “Se você fosse uma caixa de cereais matinais, qual você seria e por quê?” – Bed, Bath & Beyond, em entrevista para vaga de associado em vendas.
4. “Qual aspecto da humanidade é o seu menos favorito?” – ZocDoc, em entrevista para vaga de associado de operações.
5. “Quão honesto você é?” – Allied Telesis, em entrevista para vaga de engenheiro de software.
Apesar de perguntas como estas serem mais frequentes em empresas altamente especializadas, nestes caso, é preciso manter a calma. O candidato bem preparado, se ele realmente for adequado para a empresa, sairá desta situação com um bom jogo de cintura.
É importante que o entrevistado pesquise sobre a empresa antes de realizar a entrevista. Principalmente para empresas com uma grande história, realizar uma breve investigação mostra interesse sobre o assunto, além de um bom preparo prévio. Não dá para adivinhar quais serão as perguntas feitas na hora da entrevista, mas um bom profissional deve estar preparado para qualquer situação.
*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do e-mail madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

terça-feira, 12 de junho de 2018

As empresa de recolocação e gestão de carreira fazem o que?

Com o auxílio de pessoas especializadas, voltar ao mercado pode se tornar mais fácil.


Perder um emprego nunca é algo bom, porém, a forma a qual a pessoa enfrenta esse período é o aspecto mais importante para conseguir seguir em frente e conquistar novos objetivos de vida no futuro, ainda mais com a crise que se instalou em 2017. E para aqueles que desejam a recolocação no mercado, é um consolo saber que hoje existem empresas especializadas nesse assunto e que elas estão dispostas a auxiliar o profissional a reconquistar sua carreira.

Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que o processo de recolocação de mercado, chamado de outplacement, é um dos procedimentos que os profissionais desligados de seus empregos mais procuram quando entram com contato com a Outliers. “O objetivo geral do outplacement é estudar, junto com o profissional, a solução para a sua carreira, levando em conta o que o mercado oferece, a experiência da pessoa e suas metas”, resume Madalena.

A especialista diz que nesse processo é diagnosticado, planejado e desenvolvido um novo plano de ação personalizado para cada profissional, voltado inteiramente para resultados efetivos e contínuos e para a conquista do objetivo do profissional. Porém, para que isso seja alcançado, vários passos precisam ser seguidos.

Uma das atitudes que precisam ser tomadas durante o processo de recolocação é a reformulação do currículo. “Seu currículo é seu cartão de visitas e a empresa de recolocação lhe auxiliará a deixá-lo ainda mais atraente. Além disso, é preciso que ele esteja acessível na internet durante 24 horas por dia, e uma boa ideia para isso é investir no LinkedIn, a maior rede social voltada para negócios no mundo. Esse é um dos serviços oferecidos pela Outliers: a atualização do currículo juntamente com a atualização de perfis em redes sociais de profissionais, fazendo com que a pessoa tenha maior visibilidade para conquistar um bom emprego e a desenvolver conexões com mais profissionais”, explica Madalena.

O LinkedIn auxilia na manutenção do networking, outra atividade importante para manter-se no mundo dos negócios e ser lembrado pelas outras pessoas, “afinal, quem não é visto, não é lembrado”, conta a especialista. Mas além do networking e do currículo, faz parte do trabalho de recolocação apoiar o profissional durante todo o processo de transição, afinal ninguém passa a vida procurando emprego, esta é uma tarefa para os especialistas.

Realizar assessments para avaliar pontos fortes e pontos a serem melhorados, comportamento do profissional frente aos diversos desafios que o mercado apresenta, e a partir daí mapear o mercado alvo. “Com o plano de ação em mãos está na hora de preparar o profissional para processos seletivos, negociá-los no mercado fechado, apresentá-los para consultorias de RH assim como para headhunters ou empresas parceiras e desenvolver processo de Coaching de Carreira para que o mesmo esteja com auto-estima em dia, motivado e pronto para encarar a competitividade”, revela Madalena.
Prepará-lo para um Plano B de carreira ou ainda empreender em seu próprio negócio também tem sido um trabalho realizado pela Outliers Careers e que tem feito grande diferença para os profissionais acima dos 50 anos, até porque a maioria não se prepara para este momento.

Madalena então simplifica o trabalho das empresas de recolocação. “De forma resumida, o trabalho de recolocação no mercado consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira e cumprimento de metas e objetivos”, conclui.


Madalena Feliciano
(11) 2737-1724
madalena@ipcoaching.com.br
www.ipcoaching.com.br

Nove dicas para arrasar na entrevista de emprego

Saiba o que fazer e o que evitar nessa hora tão importante

As dicas mais comuns para ter uma entrevista de emprego tranquila são de conhecimento popular. Porém poucas pessoas contam dicas importantes para não falhar nessa hora tão importante. Se você está curiosa para aprender e alcançar aquela vaga mais do que esperada, fique que olho no conteúdo abaixo.
1. Capriche no currículo | “Não tem como não começar falando do currículo. É fundamental elaborá-lo de forma sucinta, objetiva e limpa”, indica Madalena Feliciano, gestora de carreira, de São Paulo (SP). No currículo os dados pessoais, contato, breve resumo das experiências profissionais, cursos, graduação e atividades extracurriculares são informações válidas e suficientes.
2. Faça uma pesquisa | De acordo com a especialista, vale a pena estudar sobre a empresa assim que receber o convite para a entrevista, dessa maneira o candidato estará preparado para qualquer questionamento, verificando também a credibilidade da empresa.
3. Se vista adequadamente | O traje diz muito sobre a imagem profissional que o candidato quer passar. Então, utilize o bom senso, deixe uma primeira boa impressão. No geral, roupas sociais básicas.
4. Seja sempre pontual | Se não conhece o caminho, ou corre o risco de ter trânsito, saia de casa com bastante antecedência, isso faz toda a diferença.
5. Fale de suas experiências | Nunca fale mal do antigo trabalho, chefe ou empresa, não importa o quão ruim tenha sido, ao contrário, procure sempre exaltar os pontos positivos das experiências anteriores.
6. Seja sincero | Fale a verdade sobre seus pontos a desenvolver e o que tem feito para melhorá-los, não diga algo manjado apenas para dar uma resposta convincente.
7. Não enrole | Seja direto, objetivo e claro nas respostas. Não faça rodeios, responda as perguntas de maneira firme e sincera. Tenha sempre olho no olho, relaxe e pense antes de dizer.
8. Seja positivo e otimista | Reclamar da crise, do governo, não é o momento. Exalte o que você tem feito nesse período e o que anda buscando fazer, faça a diferença. Pessoas motivadas e com energia contagiam e cativam.
9. Pergunte | Não fique travado, respondendo as perguntas sem expor suas dúvidas e preocupações. Fale também. Uma entrevista nada mais é que uma conversa profissional. Pergunte sobre a empresa e a vaga, tire suas dúvidas. Não se esqueça de perguntar ao recrutador sobre o retorno do processo, pegue o telefone ou e-mail e caso não obtenha resposta em uma semana, entre em contato, procure saber sobre a vaga, demonstrando seu interesse.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Assessment: como esse processo é importante no desenvolvimento da sua empresa


Assessment, em inglês, significa avaliação. Porém, no ambiente corporativo, esse termo vem sendo utilizado como método avaliativo de competências, com o intuito de conhecer os profissionais com maior eficiência e critério, buscar autoconhecimento, além de aprender a gerir o aprendizado. O processo consiste em uma avaliação detalhada de um colaborador ou de um grupo de colaboradores, e é conduzido por profissionais da área, com o apoio de ferramentas inovadoras.


Madalena Feliciano, diretora da Outliers Careers e especialista em transição de carreira, explica que o assessment ajuda na hora de oferecer soluções profissionais para avaliar o comportamento do colaborador, auxiliando a sua identificação, desenvolvimento e potencial. “As ferramentas assessment ajudam as empresas na hora de estabelecerem metas para selecionar e recrutar, avaliar o desempenho dos colaboradores, medir o clima organizacional e criar planos de carreira. Elas servem para que o profissional perceba seus pontos fortes, e as áreas a serem trabalhadas para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional”, explica.

Segundo a especialista, essas ferramentas também são utilizadas com o propósito de melhorar os processos do dia a dia de um ambiente de trabalho, como a produtividade, o aperfeiçoamento do relacionamento interpessoal entre chefes e subordinados, e entre colegas de trabalho. “Outra vantagem de investir em asssessment, é a diminuição dos custos de contratação e demissão, já que se passa a conhecer melhor os colaboradores, seus desejos e metas”, argumenta Madalena.
O processo é indicado para empresas que querem obter o melhor de seus funcionários. Quando conduzido por profissionais qualificados, o objetivo de descobrir o potencial dos profissionais e ajudá-los a desenvolver atitudes de alta performance, é alcançado com êxito.


Outliers Careers
Madalena Feliciano
Gestora em Carreira
(11) 2737-1724
madalena@outlierscareers.com.br
http://www.outlierscareers.com.br
Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.



quarta-feira, 23 de maio de 2018

Aprendendo a se posicionar no mercado. Você está onde queria?

Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no mercado. Tome sua posição.
Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes. Hoje com a economica cada vez mais complicada, um bom posicionamento de mercado pode ser a chave para driblar a crise.
Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, comenta que marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.
“Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, comenta a especialista. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.
Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?”, explica Madalena.
A especialista ressalta que o profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. “Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste - afinal, você tem aptidão para isso”, comenta.
Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. “Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, - e eles sempre irão te ensinar algo”, ressalta.
Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, diz Madalena. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.
Madalena Feliciano - Gestora de Carreira e Master Coach.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

“O corpo fala”

Madalena Feliciano destaca falhas que prejudicam os candidatos e dá dicas de como se dar bem na entrevista de emprego

As expressões faciais, postura e gestos que utilizamos também contam muito na maneira como você será interpretado pelo público. Além disso, sua postura e movimento são capazes, até mesmo de motivar as pessoas a sua volta e aumentar sua produtividade. Você pode falar bem, ter ótimas ideias e ser constantemente elogiado pelos seus projetos, mas tem um detalhe que pode prejudicar tudo isso com uma tacada só: o seu corpo.
Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, “um erro muito comum dos candidatos é certamente a linguagem das mãos. Esconder as mãos, apertá-las ou mexê-las demais demonstra seu nervosismo e pode dar ao seu público a sensação de que você não acredita no que está dizendo. Manter as mãos nos bolsos também é um gesto que indica que você está com medo, sem saber para onde ir ou não está interessado no que está fazendo. Se não bastasse, isso ainda pode fazer com que seus interlocutores pensem que você está sendo indelicado com eles”, explica.
A linguagem corporal não é importante apenas para a comunicação, mas para os negócios em geral. “Observar cuidadosamente seus movimentos no meio de uma entrevista, vai fazer com que você identifique e corrija seus gestos para passar a melhor impressão possível. A postura é um dos atributos mais importantes da linguagem corporal durante a entrevista. Se você está inclinando suas costas e ombros em uma postura que deixa o pescoço caído, ele vai desafiadoramente transmitir uma mensagem fraca e o receptor pode começar a pensar sobre o seu profissionalismo”, exalta Madalena.
Algumas dicas podem ser destacadas:
1. Inicie sua apresentação ou saudação com um sorriso e, como resultado, o entrevistador vai receber sua mensagem com mais disposição;
2. Busque manter seu sorriso durante a entrevista;
3. A interação é a chave para uma apresentação notável;
4. Você precisa parecer confiável, bem-sucedido e ainda precisa mostrar que tem credibilidade para falar sobre o que você faz;
5. Sempre que você quiser marcar um ponto importante, enfatize suas palavras com gestos de mãos. Seu entrevistador vai se lembrar do fato ou da informação melhor se você ancorar isso com um gesto específico.
6. Quando mover durante uma conversa ou apresentação, faça o entrevistador sentir que você praticou esses movimentos antes, faça-o acreditar que você é um perito experiente.
Por fim, “passar a imagem de profissionalismo e de confiança é muito mais do que apenas falar a coisa certa na hora certa. Lembre-se de que o corpo é capaz de dizer muitas coisas, e esteja sempre atento a cada gesto, pois uma atitude mal pensada pode trazer grandes consequências.”, conclui Madalena.
Madalena Feliciano | Gestora de Carreira

terça-feira, 15 de maio de 2018

O que seu currículo deve ter para se destacar?

"Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal"
Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas normalmente pensam no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional. E isso é feito, primeiramente, por meio do currículo.
Muitos ainda pensam que o CV (Curriculum Vitae, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel e o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. "O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você", afirma Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.
A especialista orienta que um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. "Nome, telefone e e-mail profissional (sem apelidos) são essenciais, mas não pode parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos, como de idiomas ou de outras habilidades também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações e experiências profissionais não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial", explica.
Madalena diz que, ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. "Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, não é preciso pânico, afinal, esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante. O problema principal nessas horas são as mentiras, que têm pernas curtas acabam sendo um tiro no próprio pé", alerta.
A profissional fala também que muitas pessoas estão diferenciando seus currículos cada vez mais pela tecnologia. "Muitos jovens estão produzindo seu currículo ou até mesmo seu portfólio de maneira mais dinâmica, com vídeos, animações e fotos. Isso pode mostrar ao recrutador que você é uma pessoa criativa e que gera novas ideias, fazendo você se destacar. Experiências internacionais também estão contando bastante pontos atualmente”, conta.
Além disso, Madalena diz que estar sempre atualizando seu CV pode ser importante para você nunca esquecer de nada. “Muita gente acaba deixando de lado e só vai atualizar na última hora para mandar, por isso é sempre bom indo atualizando a cada experiência que você tem. E para quem não sabe qual a melhor forma de montar seu CV, existem milhares de modelos na internet ou você pode buscar ajuda de pessoas especializadas no assunto que ajudar nessa tarefa. E caso você for montar sozinho, a dica principal é não esquecer de mostrar seus diferenciais", conclui Madalena.